segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Poesia em você

Rabisquei-te
Em cada verso,
Descrevi-te
Em cada estrofe,
Fiz de você
A minha mais bela poesia
Quanta venustidade sendo a minha poesia favorita.

Sociedade banal

O ritmo das fraturas,
Doenças e infecções da sociedade
Esta generalizada, mesmo quando se é evitada além do físico.
Muitos veem o repulsar da humanidade
Sobre o ser igualitário,
Quanta ignorância querer moldar o pensar,
O agir de toda uma sociedade.
Prefiro cortar o silencio,
Atravessar o pensamento
E alcançar minhas opiniões em mera poesia.

Um adeus, talvez?

Sussurrarei bem baixo,
Não lhe direi nada além da verdade
Vou segurar seu corpo em minhas mãos
Você é a imagem que eu não planejei
Uma pequena saliência.

Vejo-te em todos os lugares
Em busca de tempos passados
Conte-me a dor que é tão doce
Seu rosto esta todo ai.

Vou banir pensamentos solitários,
Mas eles vão voltar,
Um abraço,
Seu coração pressionado em meu peito.

Um adeus,
Ficarei pensando em você
E nos momentos que tivemos
Talvez um dia você volte.


Só, beije-me

Beije-me como se quisesse ser amada,
Este sentimento é como se apaixonar,
Estou me envolvendo no seu olhar,
Mas eles não me conhecem ainda,
Não tenha medo.
Serei sua segurança,
Seu desejo mais profundo,
Revelarei os seus medos
E mostrarei que esta segura
Vamos criar lembranças em memória,
Tudo que eu quero
É o gosto que teus lábios permitem.

Lembranças

Beija-flor Leve embora o que me restou, A dor. Beija-flor Traga das rosas O que me faltou. Beija-flor Traga-me amor    ...