segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Culpa
Desculpe-me camarada
Pelo desabafo dos traços
Amargurados em meu coração,
Desculpe-me camarada
As ruínas que afligiu o meu peito
E torturou meu coração,
Desculpe-me camarada
Mais tudo volta a ser só eu
Entre o meio sem começo
Na confusão de uma solidão
Sem pé nem cabeça
Sem peito ou coração,
Desculpe-me camarada pela ultima vez
Sobrou-me apenas aquela ultima canção.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Solidão em despedaço
Meia noite e vinte
O frio esquenta os mais belos pensamentos
Entre elos e desfecho,
Quisera eu poder me conter
No calor dessas horas e meias que se tem desgastado
Junto ao meu passado que me fez perceber
Que no hoje não tenho mais você...
O frio esquenta os mais belos pensamentos
Entre elos e desfecho,
Quisera eu poder me conter
No calor dessas horas e meias que se tem desgastado
Junto ao meu passado que me fez perceber
Que no hoje não tenho mais você...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
No quiosque do seu Agenor
É tanto rancor no seu amor
Que não me encanta mais em ti ter
É tanta dor embolando esse amor
Que a canção que começou parou de tocar
Do meio para o fim e para inicio jamais voltou.
O seu repentino esplendor de galanteador
Não me serve mais como aquele velho conquistador
Do quiosque do seu Agenor onde o nosso amor começou e no fim
chegou.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Sinto em lhe enformar
Não vem tirar meu riso frouxo
Eu sei que você está comigo,
Eu sei que você não gosta do meu velho chá
Você sempre:
Diz... diz... diz...
Diz... diz... diz...
Tudo aquilo que eu não quero ouvir
Eu sei que é complicado
A vida anda tropeçando,
Eu não sei se você sabe,
Mais eu ando devagarzinho
Perguntando-me o que fiz de errado
Perguntando-me o que fiz de errado
O único feito em meu ser foi você no meu eu
E antes que eu continue pequena lhe causando grandes
problemas
Vou te deixar e aprender a navegar na solidão que me sobrar.
Um amor, um arrependimento
Relances imaginários,
Contra tempo, corre tempo.
Sem medo de chegar ao final
Solidão, desfecho de pensamentos.
Não se esquece de ler o jornal de ontem
Junto ao café de hoje
Você já esqueceu que vive sozinho?
Sendo ranzinza com seus sentimentos
Num lugar comum.
Seu coração dentre um
pote junto à vaga lumes sem brilhar
A escuridão de uma
visão que perdeu por amor esperando o fim chegar.
Mascaras da sociedade
Piso em um chão que me desnorteia
Vago pelo deserto incerto
Viajo em cada vilarejo que vejo o desejo
Queimo cada prisão que percebo
É uma jornada e tanto,
Mudo e desmudo quando menos espero
Sem desespero eu me sinto como o vento soprando
Para lá, para cá, para lá, para cá.
Nunca percebo quando chego ao destino
Apenas vou e volto junto à vibração do vento
Do amor, da tranquilidade, da paz.
Eu sou você, sou ela, sou ele, sou aquele ou aquela.
Sou essa sociedade que vive de mudanças e mascaras
Para um e para outro, tentando chegar ao destino incerto e
agradar a todos.
Cobiça do medo
Ah, se eu pudesse te fazer entender.
Eu assumo isso tão só,
Poder dormir sem saber que o dia passou,
Ah, o que eu sinto é demais,
É tão triste poder ver meus olhos ao te ver
Quanta dor se sente em não viver o que tem pra viver sem
saber o porQUÊ!
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