Do desabafo viverei como nas viagens de quem sou
Decifro as palavras no seu corpo de indecência
E quando eu sinto o teu mormaço, morreria no teu abraço
Vingarei o mal desse amor que nos propôs o abandono
E nesse silêncio esconderei qualquer sentimento
Que envolva a dependência da sua presença ao meu coração.
Anrra, bicha perigosa.
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