Uma taça de vinho
Para um coração confuso
E digno de amar sem medo.
Já dizia Zé ramalho:
“Mais um peito dormente,
À Espera de um bem querer.”.
Queima-me a garganta,
Queima-me por dentro
Cada gole do vinho.
A noite tenta acabar
E a madrugada insiste em surgir,
Por que é tão doloroso?
Sempre amar,
Quem não estar livre
Para seu amor.
Assim continuo seguindo,
Com um coração desprendido
Sem saber escolher seus amores.
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